Aos Meus Filhos Sim Os Educou A Tribo
Encontramos no norte de Portugal às comunidades onde pra garotas, educa a tribo, como argumentou a deputada da CUP Anna Gabriel que amaria se tivesse filhos. Meus filhos, nos primeiros anos de tuas vidas, se construíram e educaram sob o segundo padrão.
Nada de especialização. Nada de corrida. Antes do nascer do sol, os adultos, os jovens e até os mais menores já estávamos em pé. Todos, sem ausência, fazíamos uma oração a Deus e, depois, reuníamo-nos em círculo, de novo, a doar graças ao Criador. As atividades começaram depois do baixo-almoço. Os que estávamos em idade de trabalhar -maiores de treze anos – uma vez que a encarregar-nos de nossas respectivas tarefas.
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Os homens, a amassar o pão, a cultivar as hortas e as mulheres, a cozinhar, costurar ou limpar a roupa. As crianças, a aprender. Em cada casa com garotas tinha um site habilitado pra aconselhar. Nesse tempo, todos recebiam as mesmas lições, sem importar a sua idade. Agora eu sei que eles têm salas com mesas e pizarrones.
Sem luxo, nem sequer ornamentos, nem sequer equipamento didático. Na comunidade têm painéis nas paredes e mesas de cores, já que as crianças necessitam de fixar a atenção em algo e têm distrações externas. Lá não há desorganização alguma. Com o tempo, separou-os por faixas etárias. Embora nem sequer todas as garotas de um grupo tinham a mesma idade, não misturavam aos 6 anos, com os 12. E é que, pela comunidade, estavam conscientes de que cada aluno tinha necessidades escolares diferentes. A escolarização ou de criação, como eles o chamam, começou aos seis anos de idade e culminava aos 12 ou 13. Não havia diferenciação por sexo, nem ao menos alterações de ciclo. Uma ou duas pessoas em cada residência se encarregavam das tarefas de ensino.
Os professores, que não tinham experiência em docência, eram membros da comunidade. O que implica que não estavam de todo qualificados. Entre os membros da seita tinha em tal grau pessoas com educação universitária como sem ela. Um morador da comunidade, bem podia ir de fazer tarefas domésticas ou no dia a dia, a fazer de professor. Mesmo eu assumi essa função.
Devia ensinar aos mais menores o abecedário. Também a ler e a publicar. Foi por um curto tempo de tempo. Não era uma circunstância professor-aluno, mas de convivência. No sentido em que convivíamos todos os dias com os filhos.
os Meus filhos não usavam textos escolares. Sim tinham cadernos, bolis e lápis de cor. Aprendiam com manuais -apropriados por idades – que os membros do Conselho faziam dependendo de o que se queria aconselhar e o que não. Os conteúdos destes manuais se escolheram por consenso.
