“Os Filicidios São Cometidos Quase 70 Por Cento De Mulheres”
Apenas 10% da criminalidade total tem nome de mulher. Furtos, roubos e, em menor quantidade, fraudes e crimes contra a saúde pública, as chamadas “mulas” da droga, copan esta estatística. “A criminalidade feminina está muito ligada a ocorrências de carência económica e disfunções sociais e também pode lhe oferecer a mão à doença mental. Quando falamos de crimes no âmbito doméstica a estatística se inverte.
Daí a mulher é vítima bem mais do que o homem, por parcela do casal, mas quando falamos do externo ou o neonaticidio ou até mesmo a selvajaria a idosos com os termos alterados. O Ministério do Interior publicou em 2018 um estudo com apoio em 632, homicídios (esclarecidos está criada) cometidos entre 2010 e 2012; o 59,3% de todos os inscritos neste período.
os 871 autores contabilizados, 778 eram homens (89.32%) e só 93 mulheres (10,68%), todavia um terço das presas atuou no âmbito familiar. No relatório, são recolhidos estudos levados a cabo em inmensuráveis países que apoiam a declaração De Vicente: “As mulheres matam muito mais do que os homens no domínio do lar, para membros da família”, anuncia.
“Temos a visão de que a criminalidade feminina não é um dificuldade social por estatística, todavia não podemos valorarla só na estatística. Há casos terríveis como o de Ana Júlia”, diz Paz Velasco, jurista e criminóloga. “Quanto menor é a idade da vítima, mais alternativa há de que o autor seja uma mulher que cuida; tua mãe ou uma pessoa muito próximo”, assente González.
“Existe um setor do feminismo exacerbado que não permite a visão global da mulher. Somos professoras da manipulação e do abuso psicológico. E há uma verdade oculta: a de que os homens maltratados”, adiciona Vicente. A suposta assassina de são paulo, Maria G. M., na prisão por matar seus 2 filhos, de três anos e cinco meses, é o último caso de externo arejado e reúne algumas das características associadas a este tipo de crimes. De acordo com os relatórios médicos, sofreu até quatro surtos psicóticos. “No externo envolvimento dos transtornos mentais é altíssima.
Quando você mata o filho para além das 24h dos transtornos, da psicose e das doenças mentais são muito comuns; em vez disso, os neonaticidios aparecem mais anomalias, problemas econômicos, desgraça”, diz Vicente. “É normal que apareçam estados depressivos, já que é um modo oposto à perpetuação da espécie”.
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Entre 2013 e 2017 foram assassinados em Portugal 102 moças no âmbito familiar, de acordo com o INE. O de são paulo se encaixa em um externo psicótico. Há por vingança (Medea), altruístas (ideias delirantes para salvá-los), negligentes, funcionais (les obstruem), por honra ou humilhação; em casal ( como o de Assunta Basterra) e até já em grupo. A maldade em todas as suas versões.
Velasco e Vicente radiografiaron há alguns dias em Madrid pras mulheres “más” ao longo da primeira jornada “Mulher e Criminologia”. Ambas as concentraram-se na mulher como agente da atividade criminosa (incidindo em número reduzido), com pretextos sugestivos e fatos que os garantem.
“Há 3 características que diferenciam o homem e a mulher criminosa”, diz Velasco. “A primeira, a victimología: o homem assassino sai para caçar uma vítima, selecione atendendo a cerca de parâmetros que atendam suas fantasias, oportunidade ou azar; as mulheres são obreiras. Eles irão matar, atacar aqueles que conhecem e estão dentro do seu local mais imediato: filhos, maridos, pais. No caso de os anjos da morte resolvem suas vítimas em teu habitat ou lugar de trabalho. As mulheres poucas vezes saem para caçar.
