A ‘flânerie’ Sevilhana
O urbanismo, em Sevilha, vai como um tiro. É tão rápido que a visão do homem comum não consegue diferenciar o atípico movimento, a atividade, o desenvolvimento, a velocidade cuja poesia descobriram com seu canto à máquina os futuristas italianos – do repouso. Aparentemente, não ocorre nada.
E, no entanto, ocorre. Já eu acredito que ocorre. O equipamento municipal que nos governa anunciou nesta segunda-feira, sem terror da canícula de agosto, e após o tórrido mês de julho, que vai começar sem demora “os trâmites pra contratar um plano de acessibilidade universal”. Perguntamos em que consiste a coisa.
Nos explicam que se trata de “um documento mestre” para ver “as barreiras que dificultam o movimento das pessoas e determinar prioridades pra solucionar esse problema”. Segundo o nosso edil múltipla, Antonio Muñoz, que salta do urbanismo e da cultura como Pessoa entre seus imensos heterónimos, o estudo será um “roteiro” para garantir o trânsito (com perdão) pedonal. Para tratar-se de um documento estratégico ainda por fazer sua importância necessita ser histórica, pelo motivo de foi anunciado -antes de existir – por dois vereadores e 2 altos cargos municipais. Quatro políticos. Palavras maiores.
nós Vemos com satisfação que -finalmente – Sevilha se põe em marcha pra combater os obstáculos que têm os milhares de cidadãos que andam ou se desloquem em cadeira de rodas. Diante de um tema tão essencial nos custos, que o Consistório calculado em 96.800 euros, são o de menos. Confiamos cegamente tal investimento em favor dos “especialistas”, as únicas mentes capazes de perceber os fluxos de pedestres e descubrirnos os edifícios públicos mais concorridos (pelos funcionários), as áreas com maior intensidade comercial e os bairros com superior número de população.
Um serviço titânico que iluminará brevemente uma rede de percursos pedonais, para que possamos correr sem temor, porque o paraíso de nossos Santos de Costumes. Não é a única notícia que alimenta a expectativa: a Gerência se gastará outros 72.600 euros em um estudo paisagístico complementar.
Isso agora merece que nos levantemos da cadeira. Por causa ambas as iniciativas, em nossos passeios de flaneur não haverá de imediato nenhum ingrediente que distorce a maravilhosa vista da cidade, quebra-mar da perfeição. Toda a Sevilha, como diziam os escritores de relatórios locais, pode tornar -neste instante sim – o mais recomendado cahíz da Terra. E não só isso: com a Sevilha pedonal florescerá também a cultura, como na Paris de Baudelaire, onde a flânerie não era um mero passatempo, porém uma atitude espiritual.
Não tem mais você que ler Walter Benjamin, que descreve os proveitos dessa egregia experiência urbana que consiste em deambular pela cidade, pra corroborarlo. Está lá tudo. Portanto, proclama alto e claro: Não há como enxergar que Sevilha enfrenta seus dificuldades, estudou com vocação científica e se aproxima pra utopia das metrópoles civilizadas, cuja melhor metáfora é o movimento dos pés. Dito isto, só nos ataca (além do banco) uma incerteza: Por que diabos o vereador de Urbanismo e seu gerente não lêem o PGOU? O que asseguram está planejado desde 2006. As análises e propostas que pensam em contratar -com os nossos euros – neste instante enumeradas in grande pela bíblia urbanística de Sevilha. Todas as suas soluções continuam em vigor.
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O exército realista ao comando do general José Canterac, imediatamente havia deixado Lima, sentido à serra, 25 de junho de 1821. Em sua perseguição foi enviado Arenales. Este destacamento patriota neste momento estava com o propósito de enfrentar as forças de Canterac, contudo desistiu por ordens de San Martín.
sem dúvida, o general argentino não queria um confronto frontal com os espanhóis. O cinco de junho de 1821, o vice-rei José da Silva anunciou a lima que deixou a capital para refugiar-se no norte do peru, pela fortaleza do Real Felipe.
