“A Revolução Francesa, Que Lhe Fez Um Grande Favor A Savile Row”
Hugo Jacomet defende que Paris não é apenas a capital da moda feminina. Os homens também conseguem se vestir bem lá. O tema a toda a hora acompanhado das capitais da moda. Um muito comum é que Paris é a casa de Alta-Costura, o berço do prêt-à-porter, o site que ajuda as mulheres pra apanhar um pouco de elegância que libertam as parisienses.
O que deixa (teoricamente) poucas opções para os homens em procura de um bom terno: Londres e o bespoke ou Milão, especialista em ceder-lhe uma volta aos clássicos masculinos. Hugo Jacomet não está, em absoluto, segundo o axioma que exclui a capital francesa do excelente vestuário masculino e fez essa reivindicação a sua paixão e, para que negá-lo, teu modo de vida.
“Não é um livro a respeito marcas de luxo. É um livro a respeito de artesanato, a respeito de aquelas pessoas que utilizam dias, semanas, em formar uns sapatos com suas mãos, em criar um perfume a começar por teu nariz. Algo que me é belo em um universo como o atual, em que tudo é feito por pc e a maioria compra coisas de Louis Vuitton, sem sonhar, como se eles tivessem uma lavagem cerebral. Aqui não há conhecidos como Karl Lagerfeld.
- Guatemala e Honduras
- Mobilizado fortemente a alavanca de vibrato do instrumento
- 23 de outubro de 2009 | 21:59
- Carlos, você se sente confortável com seu look de tipo enérgico? você não se sente um pouco, no entanto, transgressor
- vinte e quatro de outubro de 2009 | 9:56
Existe uma forma de entender o modo além das tendências. Como chegamos até aqui? O que foi que ocorreu, sendo assim, com a moda masculina de paris? “A Revolução Francesa. Fez-lhe um amplo favor a Savile Row. A revolução acabou com a indústria do vestuário dos nobres, e somente três décadas mais tarde surgiu Brummel e simplificou o traje masculino, foi dessa forma que nasceu o terno moderno de paletó e calça. Em Londres”. Quer uma recomendação? “Charvet, na place Vendôme. Trezentos tipos de branco pra camisas por proporção e 8.000 telas de gravata. Chegou a estar à venda, todavia De Gaulle interveio para evitar que um investidor norte-americano, o comprasse. É um tesouro nacional!
A diferença entre os países é óbvia, tanto que as maneiras de vestir bem como ultrapassam fronteiras. É Ainda mais comum achar organizações em Portugal em que foi institucionalizado o casual day (prática importada dos Estados unidos, que consiste em vestir roupas confortáveis, sem deixar de lado a elegância e as maneiras).
O que é inegável é que a imagem mudou nas últimas décadas. E tudo sinaliza que continuará fazendo ao longo dos próximos. Como vestirá o diretor no futuro? Há alguns anos atrás, havia por volta de padrões de vestimenta quase imóveis que todos aceitavam.
