“Na Andaluzia, As Disputas São Mais úteis Que A Junta”

“Na Andaluzia, As Disputas São Mais úteis Que A Junta”

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Pergunta.- O que lhe parece o acordo entre o PSOE e o Local para cortar as disputas? Não há dúvida que os deputados não necessitam sumir, contudo, sim, ser melhorado. P. – Em que é possível melhorar? Porque é que têm tão má imagem? R. – Em esclarecer a que nos dedicamos. Porque não temos sabido explicar a que se dedicam. P. – Mas ninguém defende acabar com esses serviços, porém, sim, impossibilitar a duplicação de estruturas. R. – o Nosso modelo constitucional fala de uma progressiva descentralização, que se travou nas comunidades autónomas.

Essa segunda descentralização em benefício das administrações locais não ocorreu. O que não tem nenhum sentido, é retornar a centralizar e aumentar a solução para os problemas dos cidadãos. Eu acredito que, na Andaluzia, as competições são mais úteis que a Junta de Andaluzia.

Prestam melhor serviço aos cidadãos, pergunte a cada prefeito de cada cor político se na sua cidade é mais proveitoso e investe mais a Junta ou da Câmara. P. – você Não acha que têm abusado de práticas questionáveis, como o enchufismo ou o clientelismo político?

R. – Nada que não tenha passado em novas administrações. Sem as deputações, da Espanha rural não existiria. Se os deputados não existissem, teria que inventarlas com o nome que for. Precisamos de um ente que continue o equilíbrio territorial em Portugal e pela espanha. Os povos menores, por si sós, não podem sobreviver.

Agora, não tenho dúvida que daríamos um passo com a eleição direta dos presidentes das eleições municipais pra democratizarlas e modernizarlas. A eleição indireta sim que é obsoleta. P. – Que medidas você tomou para reduzir este práticas questionáveis, como o abuso na contratação e relacionados como consultores? R. – nós Levamos cinco anos à frente da Câmara. Quando chegamos, depois do governo socialista, a dívida era de trezentos milhões de euros, dos quais 251 se deviam a instituições financeiras e quarenta e nove a fornecedores. A dia de hoje a dívida com fornecedores é zero, e com os bancos de 71 milhões.

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O propósito é eliminá-la de todo, em um prazo de anos mais. Também no momento em que chegamos, havia cerca de 2.000 trabalhadores, a grosso modo, e em torno de 60 cargos de livre nomeação. Hoje há 1.400 trabalhadores e quatrorze diretores de livre designação.

desse jeito, a gente tem reduzido e feito muito mais operacional da Câmara. Se houve má gestão nas batalhas, ocorreu como em os concelhos e as comunidades autónomas. Os tempos atuais obrigam a ter bons gestores e em Málaga nós aplicamos essa condição ao máximo. P. – Em seu contrato de investidura com C’s, comprometeu-se a que os directores-gerais foram funcionários públicos.

R. – Estamos em processo. O acordo com o Local tem vigência de 4 anos, não podemos cumpri-lo, tudo nos primeiros 6 meses, no entanto estamos trabalhando nessa linha. P. – Qual é o milagre econômico dos deputados? Por que sempre necessita de melhor situação financeira do que o resto das administrações? R. – No nosso caso, conseguimos priorizar o orçamento.