Para Onde Marchábamos E Por Que?
Plasma é uma das obras que representam a característico narrativa da autora, a qual se destaca por seu caráter indagatorio no curso do desejo e sua análise da corporeidade vulnerável. Em cada novela, Guadalupe, representa o curso anímico com uma estratégia e peculiaridade por intermédio do sentido da linguagem e a linguagem da significação. Guadalupe conta a história de Bruno, que recebe a tarefa de investigar a Rita, a qual se suspeito por tráfico de entorpecentes. À quantidade que a investigação se transforma, Brunos se transforma com ela.
Plasma se caracteriza por ser um relato geográfico e visual, onde as descrições detalhadas de paisagens e onde se acham estes levam o leitor a mergulhar dentro da história. A história inicia quando o pesquisador Bruno, se lhe faz a entrega de um dossiê. Um compilado de papéis que os descreve como “imundos e de tintas esperma”, e o mais significativo, notas.
Notas escritas por Rita Rubilar, a mulher da qual é atribuído a investigar por tráfico de entorpecentes. O Censo facilita a queda de um avião pra deslocar-se a Fajes, lugar onde se veja Rita. Bruno estuda o terreno pela possibilidade que lhe oferece as alturas. Bruno espera pra próxima saída de Rita, instalando-se numa referência de soda em frente a Fabrica chamada de “O Pássaro Azul”, de Bruno está animado a presença de tantas moscas, o que delata os galinheiros clandestinos.
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Cinzas amarela, a cordilheira. Escadas diagonais de desigual degrau, caminho para os abismos. Caminhos que não o são, se iniciam e terminam como talhados pelo exercício, pelo tráfego sem caminho, de rocha em rocha. Bruno indaga-se por todo o instante, a Rita e Efraim, até que chegam ao povo de Cujo. O público se encontrava de comemoração e, durante o tempo que as pessoas do público ajudam nos preparativos, Bruno permanecer na mesma pousada onde se encontravam Rita e Efraim hospedando para não perder o rastro.
Se ouvem rumores na cidade de Cuyo, que alertava sobre a escassez de água. Só se falava da mineração e os problemas de água, os cortes de água que ocorrem em Cujo para abastecer a mineira. Bruno vai do povo, seguindo o passo de Rita e Efraim.
Rita vai entender o terreno, sempre que chegam à cordilheira. Mais tarde, chegam a um canhão, entretanto Bruno estava cansado e sedento. Rita e Efraim levantaram a Bruno, que não podia fazê-lo por si só, e chega ao que é exposto como um deserto verde. Bruno reflete sobre a escassez de água, em razão de encontravam-se numa zona árida. À noite, os homens de Mejel vestem de mulheres, com vestidos escotados e maquiagem e, Bruno experimenta novas sensações com Rita, ambos vivem uma efêmera, no entanto apaixonada aventura. Rita continua escrevendo e Bruno, mesmo com todo o tempo que tem convivido com ele, ainda sem poder compreendê-la.
Esses fugiram do local, dirigindo-se, nesta ocasião, pra costa, durante o tempo que que Bruno se perguntava para onde se dirigem em realidade. Este experimenta o ódio e inveja por quota de Efraim, entretanto Rita o escolheu pra ele. Bruno, apesar de tua desilusão, pela noite seguinte, conhece uma cantora cega de cabelos loiros. Esta mulher chama tanto a atenção, que terminam em um encontro na sua casa, mesmo que compartilhava com Rita, e do seu companheiro, de Efraim.
Bruno perdeu a noção e dá-se conta de que estava doente. É de notar a cara pelado, devido à falta de barbeada, se descuidou do mesmo. Senta-Se ao pé do penhasco, vendo atentamente cada detalhe da paisagem, porém, não é apto de conservar-se com tuas próprias forças. Pra onde marchábamos e por que?
Prazeroso, chorosos por essas areias negras. Tínhamos atravessado os cemitérios abandonados nas praias, dimensionamento uns rochedos leprosos, evitando as pedras e os picachos com forma de animal que uiva. Bruno reflete sobre isso sua solidão, tuas más decisões. Irritante, tenha em mente que Rita e Efraim se amam e falam como se ele não existisse.
Estes têm levado Bruno, montanha adentro, acreditam que o mar estava doente. Entre dunas e caminhos, Bruno se pesa, sente estranheza, tua mente viaja pelos caminhos, tuas memórias. Seu corpo se desvanece e a cada dia que passa é mais crítico. Deslocando-se de caminhão em caminhão, Rita e Efraim, chegam a Fajes. Braulio os espera no terminal, próximo a uma delegação de peritos judiciais em Siago. Esta discernimento entre a multidão a Dominga, logo após, 2 homens colocam as esposas e é empurrada para um furgão.
