Teoria Da Arte
As teorias da arte analisam esse a começar por um ponto de visão teórico e normativo, fornecendo uma metodologia pra desvendar o motivo de suas obras. A partir de um ponto de visão valorativo, a aplicação individual ou social de uma teoria da arte é chamada de amo artístico. A definição de arte é aberta, subjetiva, discutível. Não existe um acordo unânime entre os historiadores, filósofos ou artistas. O conceito tem vindo a alterar com o passar do tempo: até o Renascimento, a arte só se consideravam as artes liberais; a arquitetura, a escultura e a pintura eram “trabalhos manuais”. A arte a toda a hora foi um dos principais meios de frase do ser humano, por intermédio do qual manifesta tuas idéias e sentimentos, a maneira como se relaciona com o universo.
Sua função pode diversificar desde a mais prática até a ornamental, podes ter um conteúdo religioso ou simplesmente estético, poderá ser duradouro ou passageiro. No século XX, se perde mesmo o substrato utensílio: dizia Beuys que a vida é um meio de expressão artística, destacando o porte vital, a ação.
- 9KM. ¡¡Olho que foram colocados à 1’20” da cabeça
- três Estrutura do poema
- cinco Palácio de Schönbrunn
- um Maravilhas de Guanajuato
- você Começa a parecer retrógrada falar de vanguarda no momento em que todo mundo fala de produto
- quatro Esportes Rurais
- o que lhe deve mais a sua música, a Moron ou a Cuba
- 5 Vida social
Assim, toda gente é apto de ser um artista. O termo arte vem do latim ars, e é o equivalente ao termo grego τέχυη (téchne, de onde vem ‘técnica’). Originalmente se aplicava a toda a geração realizada pelo homem e às disciplinas do saber fazer.
Assim, artistas eram tal o cozinheiro, o jardineiro ou o construtor, como o pintor ou o poeta. Atualmente, é dificultoso encontrar que ambos os termos (arte e técnica) são confundidas ou utilizadas como sinônimos. Platão, no Protágoras, citou da arte, com o pretexto de que é a técnica de fazer coisas por meio da inteligência, por intermédio de um procedimento de aprendizagem. Para Platão, a arte tem um significado geral, é a capacidade criadora do ser humano. Cassiodoro destacou-se pela arte o seu estilo produtivo, de acordo com regras, apontando três objectivos principais da arte: ensinar (doceat), comover (moveat) e agradar (delectet).
Surgiram nesse fato, diversos tratados teóricos sobre a arte, como os de Leon Battista Alberti (De Pictura, 1436-1439; De re aedificatoria, 1450; e De Statua, 1460), ou Os Clientes (1447) de Lorenzo Ghiberti. Alberti obteve a intervenção aristotélica, pretendendo dar uma base científica à arte. Falou de decorum, o tratamento do artista pra condizer os objetos e focos artísticos a um significado comedido, perfeccionista.
Ghiberti foi o primeiro a executar a determinação do efeito da história da arte, distinguindo antiguidade clássica, tempo medieval e o que chamou de “renascer das artes”. Com o maneirismo começou a arte moderna: as coisas neste instante não são representados como são, entretanto tal como as vê o artista. A lindeza se relativiza, passa-se a formosura única renascentista, baseada pela ciência, as múltiplas belezas do maneirismo, decorrentes da natureza. Apareceu na arte um novo componente de imaginação, refletindo em tal grau o mais recomendado como o grotesco, como se poderá perceber pela obra de Brueghel ou Arcimboldo.
Giordano Bruno foi um dos primeiros pensadores que prefiguró as idéias modernas: dizia que a construção é infinita, não há centro nem sequer limites -nem Deus, nem o homem-, tudo é movimento, dinamismo. Para Bruno, há tantos artes, como artistas, introduzindo a idéia de originalidade do artista. A arte não tem regras, não se aprende, entretanto o que vem a inspiração.
Jean-Baptiste Dubos, em Reflexões opiniões a respeito da poesia e a pintura (1719), abriu a rota para a relatividade do gosto, arrazoando que a estética não é dada na justificativa, porém pelos sentimentos. Assim, para Dubos a arte comove, chega ao espírito de uma maneira mais direta e imediata que o conhecimento racional. Dubos tornou possível a democratização do gosto, opondo-se à regulamentação acadêmica, e introduziu a figura do ‘gênio’, como atributo dado pela meio ambiente, o que está além das regras.
